risco para a saúde no topo do futebol

A atenção porque se concentra nos estádios de futebol brasileiros. A Copa do Mundo, grande evento de massas, pode ser caldo de cultivo de doenças, especialmente tropicais. Estas são algumas recomendações e precauções para apreciar o evento, sem risco de patologias. Que a euforia não se faça descuidar da saúde

EFE/Marcelo Sayao

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Preparar as malas e tomar o vôo para o Brasil é de que milhares de fãs se preocuparem desde já. Isso sim, antes de subir ao avião e atravessar o Atlântico, há que ter em conta um aspecto essencial. A saúde tem de estar acima da diversão.

Dependendo do lugar de destino, os viajantes podem estar expostos a várias doenças infecciosas. O risco de contaminação varia em função de vários parâmetros, como o são o motivo da viagem, o itinerário dentro da área, a qualidade do alojamento, a higiene e os saneamentos, assim como a própria conduta do viajante. Em alguns casos, as patologias podem ser evitadas através da vacinação, mas há outras para as quais não existe imunização.

O Ministério da Saúde aconselha os participantes do Mundial de futebol do Brasil preparar os aspectos sanitários da viagem com antecedência e aconselhados a ir para um centro de vacinação internacional, onde receberão informações de saúde específica de cada área.

Além disso, os médicos Rogelio López-Vélez, chefe da Unidade de Doenças Infecciosas Importadas do Hospital Ramón y Cajal de Madrid, e Marta Arsuaga, da Unidade do Viajante do Hospital madrileno Da Paz-Carlos III , dão uma mensagem de alerta para evitar qualquer contágio.

Precauções gerais podem reduzir em grande medida o risco de exposição a agentes infecciosos e é necessário aplicá-las quando você visita qualquer destino em que exista um risco significativo, embora esteja vacinado ou se tome a medicação preventiva.

Formas de transmissão

O Ministério da Saúde há uma classificação das doenças que podem contrair mais facilmente no Brasil, assim como as vias de transmissão das mesmas.

Várias infecções particularmente graves são transmitidas por insetos, como os mosquitos e carrapatos. O risco de infecção pode ser reduzido adotando precauções para evitar as picadas de insetos e o contato com outros vetores em locais onde é provável que eles estejam presentes. O dengue e a febre amarela são duas patologias causadas por este tipo de infecções.

As doenças mulher através do sangue são transmitidos por contato direto com sangue ou outros fluidos corporais infectados.

É possível reduzir o risco, evitando o contato direto com estes fluidos, o uso de agulhas e seringas potencialmente contaminadas para injeções, ou outros procedimentos médicos ou cosméticos, que penetram a pele, como uma tatuagem ou piercing.

A hepatite B e C, assim como o HIV são patologias prováveis de aparecer em tais casos.

A transmissão aérea ocorre quando as gotas suspensas são espalhadas pelo ar e respiradas. Estas podem permanecer suspensas no ar por algum tempo. Esta forma de contágio inclui doenças como a tuberculose pulmonar ativa, o sarampo ou varicela.

No entanto, quando ocorre com gotas grandes,eles entram em contato com a mucosa nasal, oral ou conjuntival de um indivíduo susceptível. As gotas normalmente são gerados quando o indivíduo infectado tossir, se soa ou fala. As doenças que se transmitem esta segunda forma incluem a difteria, gripe, meningite, masculino ou tosse convulsa.

Prevenção no Brasil

84 centros de vacinação internacional de Portugal já têm as instruções necessárias sobre as 12 cidades-sedes da copa do Mundo, que são Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

“Nas zonas costeiras não há febre amarela ou malária, mas é claro que há dengue, por isso é recomendado usar repelentes de mosquitos-insiste o especialista do Ramón e Cajal-. A proteção solar também é essencial, porque, embora no Brasil seja inverno durante o Mundial, há lugares mais próximos ao Equador”. “Para os que venham a hotéis sem ar condicionado, é necessário usar mosquiteiros”, acrescenta o médico.

“É verdade que, se um viajante só vai ir para a costa, a vacina da febre amarela não é necessária, mas no final nunca se sabe por quais áreas você vai ficar, é muito aconselhável que você a coloque. Tem efeitos colaterais, por isso que, em pessoas mais velhas, há que ter mais cuidado para administrá-la”, afirma López-Vélez.

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